Património Cultural de Mirandela

PATRIMÓNIO IMÓVEL

 

 

Nº Inventario:
I0103
Designação:
Ponte da Pedra
Tipo imóvel:
Categoria\Monumento\Transportes
Tema/assunto:
Imóvel\SuperTipologia\Arquitectura\Civil
Tipologia principal:
Ponte\Viária
Localizações:
Ponte da Pedra
Portugal\Norte\Terras de Trás-os-Montes\Bragança\Mirandela\Torre de Dona Chama
Época:
Romano
Disposições legais:
Inscrição\Classificado\Monumento Nacional (MN)
DECRETO n.º 28/82, D.R., 1ª Série, n.º 47, 26/02/1982, 424
26/02/1982
Inscrição\Plano Director Municipal (PDM)\Mirandela\1994 (RESOLUÇÃO DO CONSELHO DE MINISTROS n.º 109/94, D.R., 1.ª Série B, 253, 02-11-1994)\Classificado\Monumento Nacional (n.º 1, artigo 22.º, Capítulo III; 6575)
Alínea a), Ponte da Pedra, sobre o rio Tuela - Torre de D. Chama, pág. 6575.
02/11/1994
Inscrição\Plano Director Municipal (PDM)\Mirandela\2015, 1.ª Revisão (AVISO n.º 9347/2015, D.R., 2.ª Série, 163, 21-08-2015)\Valores Culturais (ANEXO I)\Património Imóvel Classificado\Monumentos Nacionais (24078)
A, I0103, Ponte de Pedra, sobre o rio Tuela/ Ponte românica/ Ponte de Torre de Dona Chama, (...)
21/08/2015
Cronologia:
1934-00-00
Romano
Quando a Ponte foi Construída e sua Descrição
O Abade Baçal (ALVES, 2000, IX: 200 e 203) refere que «Também alguns escritores dão como romanas a ponte de Ariães, a velha sobre o Sabor (chamada Ponte das Carvas), a velha de Gimonde, a de Vale de Telhas, a da Pedra sobre o Tuela, no termo de D. Chama, e a do Arquinho, logo adiante da precedente. (...) A Ponte da Pedra sobre o Tuela, logo adiante da Torre de Dona Chama, consta de seis arcos de volta redonda, com os vincos do forfex bem nítidos, mas apresentam a singularidade de serem cavados em forma de cunha, secção quadrangular, que vai adelgaçando para o interior da aduela. Robusta em si e nos cortamares. Numa e noutra extremidades, abriram-lhe dois grandes viadutos quadrangulares, paralelos, para escoamento das águas nas grandes enchentes. É romana, se bem que com reconstruções.»
Fichas Relacionadas
- Francisco Manuel Alves, Abade de Baçal (1865-1947); PEREIRA, Gaspar Martins; CAMPOS, Nelson, et al - Bragança: Memórias Arqueológico-Históricas do Distrito de Bragança: Arqueologia, Etnografia e Arte. Bragança: Câmara Municipal de Bragança, Instituto Português de Museus - Museu Abade Baçal; Rainho & Neves, Lda, 2000 (Junho). ISBN 972-98569-0-7
1956-00-00
Romano
Ponte que é Romana na qual passa a Via XVII
O Lereno Antunes BARRADAS (1956: 212-213) refere que a via romana passaria na «(...) Ponte da Pedra sobre o Tuela (...). A Ponte da Pedra, é considerada unanimemente como romana (...)».
1977-00-00
Romano
Construção da Época Romana
O António Maria MOURINHO (1978: 286) refere que «(…) é uma ponte romana, bem conservada na sua parte de origem, com cerca de 100 m de comprimento, constante de seis arcos de volta redonda formados por aduelas de granito aparelhado da região, marcadas ao centro pelas fissuras do “forfex”, e mais quatro viadutos quadrangulares, em dois em cada extremidade (…)».
1989-00-00
Romano
Descrição da Ponte
A Maria de Jesus SANCHES e a Branca T. O. SANTOS (1989: 53) referem que «(…) situa-se uma ponte de fundação romana, sujeita a várias reconstruções posteriores. Consta de 6 arcos de volta redonda e, numa e noutra extremidades, foram abertos dois viadutos para escoamento das águas no caso de enchente. Apesar dos seus talhamares estarem já alterados, os arcos são, segundo A. M. Mourinho, de fundação romana. A atestar a mesma origem estarão também, e segundo F. M. Alves, os vincos do “forfex”, aqui cavados em cunha. Apesar das várias reconstruções a que esteve sujeita - a última das quais destinadas a adaptá-la ao trânsito automóvel - , (…) já que, segundo várias fontes, fez parte da via romana que ligara “Bracara Augusta” a “Asturica Augusta”, por “Aquae Flaviae (Via XVII).».
1993-00-00
Romano
Descrição da Ponte
O Francisco Sande LEMOS (1993, II: 271) refere que a «Ponte, sobre o rio Tuela, de tabuleiro plano assente em seis arcos de volta perfeita. O aparelho destes arcos é de construção romana, apresentando os típicos sinais de “forfex”. Posteriormente, a ponte sofreu sucessivos restauros, de tal modo que da época romana apenas restam as cantarias dos arcos. Os restantes elementos, incluindo os paramentos e os talhamares são tardios.».
1993-00-00 - 2010-00-00
Romano
Século III D.C.
Quando da Construção da Ponte
O SIPA, promovido pela ex-DGEMN, menciona na ficha IPA.00000827 (PT010407300010) no campo "cronologia" «Séc. 03 - época provável da construção da ponte». Informação recolhida a 31/05/2010 em http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=827
1993-00-00 - 2010-00-00
Romano
Descrição da Ponte
O SIPA, promovido pela ex-DGEMN, menciona na ficha IPA.00000827 (PT010407300010) no campo “descrição” que se trata de uma «Arquitectura de comunicações e transportes, romana e oitocentista. Ponte de arco romana, de tabuleiro plano assente em arcos de volta perfeita e com talhamares prismáticos a montante e jusante, possivelmente de feitura oitocentista. Ponte romana de considerável largura, assente em seis arcos de iguais dimensões tendo, segundo o Abade de Baçal, nos arcos vincos do "forfex" bem nítidos, mas com a singularidade de serem cavados em forma de cunha, com secção quadrangular que vai adelgaçando para o interior da aduela. Em data posterior, mas não definida, foram rasgados em cada um dos topos dois vãos quadrangulares para escoamento do excesso das águas. Os talhamares, com o mesmo perfil de ambos os lados, surgem adossados e muito altos, até ao nível do pavimento. Apresenta ainda guardas plenas em cantaria, referência que vem desde 1758.». Informação recolhida a 09/07/2025 em http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=827
1998-00-00
Romano
Quando foi Construída a Ponte?
O Aníbal Soares RIBEIRO (1998: 72) refere que «Por esta Ponte passava o eixo viário medieval que, partindo de Guimarães, se dirigia a Bragança, mas ao que tudo indica a ponte é de origem romana e alguns autores sugerem o século III como data provável da sua construção.».
1998-00-00
Romano
Descrição da Ponte
O Aníbal Soares RIBEIRO (1998: 72) refere que «O tabuleiro, de perfil rectilíneo e horizontal, protegido lateralmente por guardas de cantaria formadas por enormes lajes aparelhadas, está apoiado em seis arcos de volta inteira, reforçados por talhamares ou contrafortes, que vão até ao seu nível, sendo o granito o material utilizado na obra.».
1998-00-00
Romano
Menção da Ponte
Paulo Mendes PINTO (1998: 62-63) refere a Ponte da Pedra como obra de origem romana, tinha um marco miliário associado que está em Vale de Gouvinhas e descreve a Ponte citando o Abade Baçal.
2004-00-00
Romano
Descrição e as Medidas da Ponte
Tarcísio MACIEL e Justino MACIEL (2004: 51-52), referem que a Ponte se insere no modelo flaviano-trajânico indicando que a «Ponte Romana na sua estrutura fundamental, ou seja, na largura, nos arcos, fundamentos e tímpanos. O piso, conija e guardas são recentes. Os corta-mares são também posteriores à primeira edificação, sendo possivelmente medievais. As fotos mostram perfeitamente as marcas de forfex nos exteriores e interiores das aduelas, o rusticado da cantaria e o desgaste e a pátina do tempo. Cimento moderno nos interstícios, quer nos contrafortes, quer nas abóbadas dos arcos, dão conta do tráfego intenso e dos cuidados em conservar uma ponte que é ainda hoje vital nesta zona transmontana, tendo aqui a laje dado lugar ao alcatrão. A ponte tem dois olhais quadrados de cada lado nos encontros com a margem. Não tem dentes para apoio dos cimbres, mas mostra sinais de agulheiros, esbatidos pela erosão. Isto nota-se sobretudo no arco quinto (contagem feita a partir da margem direita) onde, em silhares da base, poderemos constatar acabamento exterior reticulado. MEDIDAS: Todos os arcos têm de diâmetro 8,90 metros, excepto o sexto, que tem 8,75 metros, talvez por se encontrar assoreado e a medida ter de ser tomada mais acima. Pode-se, pois, concluir pela perfeita 'symmetria' dos arcos. Tomando como exemplo o quinto arco, temos: - altura ao fundo: 8,75 metros; - altura ao arranque do arco: 6,00 metros; - do intradorso ao cimo das guardas: 2,30 metros; - largura do pavimento tomada como comprimento das abóbadas do arco: 6,15 metros.»
1934-00-00
Moderna\Século XVI
17 de Maio de 1599
Obras na Ponte
O Abade Baçal (ALVES, 2000, IV: 350-351) refere sobre as obras na ponte de acordo com documento publicado por Francisco Manuel Alves o seguinte: «Por despacho de 17 de Maio de 1599 foram os moradores de Rebordãos, concelho de Bragança, escusos de concorrer para a ponte da Pedra por serem reguengueiros da Casa de Bragança.» (informação retirada pelo autor do “Registo Maior n.° 1 da Câmara Municipal de Bragança, fl. 132”).
1993-00-00 - 2010-00-00
Moderna\Século XVIII (até 1789)
3 de Maio 1758
Descrição da Ponte nas Memorias Paroquiais pelo SIPA
O SIPA, promovido pela ex-DGEMN, menciona na ficha IPA.00000827 (PT010407300010) no campo "cronologia" que «segundo o cura nas Memórias Paroquiais da freguesia, no arrabalde da vila havia uma ponte de cantaria sobre o rio Tua ou Tuela, com seis "olhais" ou arcos com bastante grandeza, "com largura e altura muito forte e bem feita", suficientemente larga para caberem dois carros carregados e aparados; tinha guardas de ambas as partes, de uma ponta à outra "oitavadas, bem lavradas e muito fortes"; os braços principais do termo da vila de Torre de D. Chama eram na ponte de Vilares e entre Vila Nova e este termo e a Ponte de Pedra; o cura refere que nas imediações existia uma quinta, anexa à freguesia, antiquíssima, denominada Quinta da Ponte de Pedra e que outrora se chamara Quinta dos Palheiros por haver nela lavradores bons e ricos e grandes palheiros que ficavam de uns anos para os outros; nesta data, no entanto, a quinta estava pobre e humilde; na quinta existia uma capela com invocação do Santo Nome de Jesus, administrada pelo pároco da freguesia.». Informação recolhida a 31/05/2010 em http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=827
1895-00-00
Contemporânea\Século XIX
Destruição do Talha-mar entre o Terceiro e Quarto Arco
O Joaquim Castro LOPO (1894: 233-234) refere sobre a destruição de um talhamar que «Não foi sem magua, que, a montante do rio, vimos desmoronados um dos talhamares da Ponte da Pedra, sobre o Tua. Aquelle talhamar, que ficava entre o terceiro e o quarto arco, pôde durante seculos resistir à impetuosidade das aguas, suster o formidavel embate das arvores que ás vezes o rio arrasta, quando vae de monte a monte; mas teve de ceder á força de uma pequena bomba de dynamite. Em Setembro de 1894, um individuo que andava á pesca, servindo-se de bombas de dynamite, a que chamam aqui velas, lançou uma perto da ponte, com aquelle lamentavel resultado. Este modo de pescar é o que se emprega geralmente nos rios de Trás-os-Montes. As velas vendem-se onde quer, sem que as auctoridades se importem com isso. Quem numa povoação ribeirinha vir um homem com um braço amputado ou com uma das mãos escangalhadas, pode estar certo de que em 100 vezes não se engana 10, attribuindo o desastre á dynamite.»
1993-00-00 - 2010-00-00
Contemporânea\Século XIX
Meados do Século XIX
Alteamento dos Talhamares
O SIPA, promovido pela ex-DGEMN, menciona na ficha IPA.00000827 (PT010407300010) no campo "cronologia" que em meados do século XIX como «época provável do alteamento dos talhamares até ao nível do tabuleiro.». Informação recolhida a 31-5-2010 em http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=827
1977-00-00
Contemporânea\Século XX
Descrição do Estado da Ponte
O António Maria MOURINHO (1978: 284-285) enquadra a “Ponte da Pedra”, situada no Rio Tuela (nos limites administrativos da Torre de D. Chama e São Pedro Velho), nas grandes estradas, como é o caso da Via XVII, que está associada. Descreve que «No ano de 1977 (…) Desço ao rio e vejo no extremo dos arcos que são seis, dois grandes viadutos quadrados, para o escoamento das águas nas grandes enchentes e verifico no interior do primeiro arco e logo em todos, as fissuras longitudinais do «forfex», no centro dos silhares, em toda a dimensão inferior dos arcos. Na extremidade poente abrem-se outros quatro viadutos, como os do lado nascente. (…) Nota-se porém os cortamares de entre os arcos, a montante, são avançados em proa viva de navio, em silharia muito regular e mais recente, já moderna, como os de jusante, menos avançados e de frente arredondada. (…) aproveitada toda a estrutura arquitectural central dos arcos e suas ligaduras muito resistentes, e reforçados os cortamares, parece que por adossamento por materiais novos talvez em meados do século XIX ou após, quando da adaptação desta ponte ao trânsito rodoviário (…). notamos as incisões bárbaras cavadas entre os silhares de granito nas bases interiores dos arcos, as quais não sabemos se serão iniciais se posteriores, talvez para apoiar os cimbros (…).»
1982-00-00
Contemporânea\Século XX
Ponte classificada Monumento Nacional
O DECRETO n.º 28/82, D.R., 1ª Série, n.º 47, 26/02/1982, pág. 424 (disponível em https://files.dre.pt/1s/1982/02/04700/04240430.pdf) menciona «Distrito de Bragança: Concelho de Mirandela: Ponte de Pedra, sobre o rio Tuela, 3 km a oeste da Torre de Dona Chama.».
1995-00-00 - 1995-00-00
Contemporânea\Século XX
Trabalho de consolidação e beneficiação da Ponte
Trabalho de consolidação e beneficiação da Ponte da pedra sobre o Rio Tuela. Os trabalhos foram realizados pela Junta Autónoma de Estradas. O arqueólogo responsável foi António Paulo Gomes de Amaral (fonte: IPA – Instituto Português de Arqueologia).
1998-00-00
Contemporânea\Século XX
Na última década
O estado da Ponte e a necessidade de Obras
O Aníbal Soares RIBEIRO (1998: 72) refere sobre o estado da Ponte e da necessidade de obras que «Destinada ao tráfego rodoviário, a ponte é um belo exemplar da arquitectura civil pública, cuja integridade é por vezes fortemente abalada pela acção do tráfego pesado que por ela passa. Nos últimos anos a ponte sofreu grandes reparações face às deformações que começaram a notar-se em alguns dos seus arcos e a Junta Autónoma de Estradas, a cargo de quem está a manutenção da ponte, procedeu à consolidação geral da parte da estrutura afectada, tendo sido beneficiados os paramentos vistos, impermeabilizado o tabuleiro e refechadas as juntas.»
1993-00-00 - 2010-00-00
Contemporânea\Século XXI
Descrição da Ponte pelo SIPA
O SIPA, promovido pela ex-DGEMN, menciona na ficha IPA.00000827 (PT010407300010), se trata de uma «Arquitectura de comunicações e transportes, romana e oitocentista. Ponte de arco romana, de tabuleiro plano assente em arcos de volta perfeita e com talhamares prismáticos a montante e jusante, possivelmente de feitura oitocentista. Ponte romana de considerável largura, assente em seis arcos de iguais dimensões tendo, segundo o Abade de Baçal, nos arcos vincos do "forfex" bem nítidos, mas com a singularidade de serem cavados em forma de cunha, com secção quadrangular que vai adelgaçando para o interior da aduela. Em data posterior, mas não definida, foram rasgados em cada um dos topos dois vãos quadrangulares para escoamento do excesso das águas. Os talhamares, com o mesmo perfil de ambos os lados, surgem adossados e muito altos, até ao nível do pavimento. Apresenta ainda guardas plenas em cantaria, referência que vem desde 1758.» Prossegue no campo "descrição": ... «Ponte de tabuleiro plano, orientado no sentido N. - S., assente em seis arcos de volta perfeita, de iguais dimensões, tendo o raio dos arcos 4,4 m, com aduelas e silhares do intradorso marcadas ao centro por fissuras do "forfex". O aparelho dos paramentos é regular. Apresenta, a montante e a jusante, implantado no espaço entre os arcos, talhamares triangulares, altos, até ao nível do pavimento, de aparelho distinto. Em cada um dos extremos, surgem ainda dois vãos quadrangulares, para o escoamento das águas nas grandes enchentes. Pavimento recente em alcatrão, protegido por guardas plenas, compostas de grandes lajes aparelhadas.». Informação recolhida a 31/07/2025 em http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=827
2006-03-20
Contemporânea\Século XXI
20/03/2006
Inventário da Ponte pelo Município de Mirandela
Pedro Rafael MORAIS (2006), no quadro do projeto financiado pelo POC, da responsabilidade do Município de Mirandela, descreve a «Ponte em alvenaria de cantaria de granito, constituída por seis arcos de volta perfeita. Em cada extremo da ponte podemos encontrar dois grandes viadutos de secção quadrangular, perfazendo um total de quatro, que escoariam a água em caso de enchente. Os arcos encontram-se reforçados, junto aos pegões, por talhamares triangulares que atingem a cota do tabuleiro. As aduelas dos arcos estão colocadas em cunha sendo bem visíveis as marcas de forfex. Apresenta um tabuleiro rectilíneo e horizontal protegido por guardas que são formadas por grandes lajes de granito dispostas na vertical. A ponte sofreu algumas alterações para adaptação desta ao trânsito rodoviário, contudo a estrutura arquitectural central dos arcos foi aproveitada sendo um dos poucos elementos ainda da época romana.».
Numerações:
143
CNS - Código Nacional de Sítio