Património Cultural de Mirandela

PATRIMÓNIO IMÓVEL

 

 

Nº Inventario:
I0109
Designação:
Pelourinho do Concelho de Torre de Dona Chama
Tipo imóvel:
Categoria\Monumento\Político-Administrativa e Judicial\Jurisdição (DGMEN)\Senhorial
Tema/assunto:
Imóvel\SuperTipologia\Mobiliário
Tipologia principal:
Pelourinho\Tipo (CHAVES, Luís: 1930)\Transmontano
Localizações:
Portugal\Norte\Terras de Trás-os-Montes\Bragança\Mirandela\Torre de Dona Chama\Torre de Dona Chama
Época:
Moderna\Século XVI
Disposições legais:
Inscrição\Classificado\Imóvel de Interesse Público (IIP)
DECRETO-LEI n.º 23 122, D.G., 1ª Série, n.º 231, 11/10/1933, 1736-1737
11/10/1933
Inscrição\Plano Director Municipal (PDM)\Mirandela\1994 (RESOLUÇÃO DO CONSELHO DE MINISTROS n.º 109/94, D.R., 1.ª Série B, 253, 02-11-1994)\Classificado\Imóvel de Interesse Público (n.º 2, artigo 22.º, Capítulo III; 6575)
Alínea i), Pelourinho de Torre de Dona Chama - Torre de D. Chama, pág. 6575.
02/11/1994
Inscrição\Plano Director Municipal (PDM)\Mirandela\2015, 1.ª Revisão (AVISO n.º 9347/2015, D.R., 2.ª Série, 163, 21-08-2015)\Valores Culturais (ANEXO I)\Património Imóvel Classificado\Imóveis de Interesse Público (24078-24079)
D, I0109, Pelourinho de Torre de D. Chama, Supertipologia\Escultura, Decreto n.º 23 122, DG 231, de
21/08/2015
Cronologia:
1706-00-00 - 1997-00-00
Idade Média (476 a 1453)\Baixa Idade Média\Século XIII
25 de abril de 1287
Foral atribuído por D. Dinis: Primeiro Foral (25/04/1287)
António Carvalho da COSTA (1706, I: 466) refere que «ElRey Dom Diniz lhe deu foral.». Augusto Pinho LEAL (1880, IX: 604), refere que «O rei D. Diniz deu foral, em Lisboa, a 25 de abril de 1287. (Lº 1.º de doações do rei D. Diniz, fol. 198, col. 2.ª).». E. B. Ataíde de MALAFAIA (1997: 401) refere sobre o Pelourinho da Torre de D. Chama em “notas históricas” «Foi um antiquíssimo concelho. D. Dinis deu-lhe um primeiro foral, em Lisboa, a 25 de Abril de 1287, e (…)».
Fichas Relacionadas
- COSTA, António Carvalho da - Corografia Portugueza, e Descripçam Topografica do Famoso Reyno de Portugal, com as Noticias das Fundações das Cidades, Villas, & Lugares, que contem; Varões Ilustres, Genealogias das Familias Nobres, Fundações de Conventos, Catalogos dos Bifpos, Antiguidades, Maravilhas da Natureza, Edificios, & Outras Curiofas Obfervaçoens: Offerecido a ElRey D. Pedro II Nosso Senhor. Lisboa: Officina de Valentim da Costa Deslandes, 1706.
1934-00-00
Idade Média (476 a 1453)\Baixa Idade Média\Século XIII
25 de abril de 1287
Transcrição da Carta de Foro à Torre de D. Chama
O Abade Baçal (ALVES, 2000, III: 289 – 290) no “documento n.º 135” descreve da “Chancelaria de D. Dinis, livro I, fl 198” que D. Dinis «(…) faço carta de foro pera todo sempre a todolos pobradores da mha pobra que chamam a Torre da Dona Chamoa assy aos presentes come aos que am de vyr per tal preyto e so tal con diçon que eles façam hy villa e ajam a tal foro come os da mha pobra de Mirandela salvo que lhys faço esta de melhorya e de graça e de mercee que mi dem os meyos dos foros prymo dia de Oytubro e os outros meyos primo dia de Março; e mando que ajam por termho todollos termhos novos e velhos que perteeçem a dicta Torre de Dona Chamoa quantos hy ora som conheçu dos e os que poderem seer achados adeante; e esses pobradores devem affazer essa vila e murala-lha de muro; e se eu hy quiser fazer alcacena faze-la per mim e faze-la guardar per mha custa; e eles devem meter juyzes per sy que façam justiça e que a cumpram e devo eu hy meter meu pobrador que pobre a terra; e se poder achar e vencer per derecto alg
1880-00-00 - 1997-00-00
Idade Média (476 a 1453)\Baixa Idade Média\Século XIII
25 de março de 1299
Foral atribuído por D. Dinis: Segundo Foral (25/03/1299)
Augusto Pinho LEAL (1880, IX: 604) refere que «(…) lhe deu 2.º foral, aumentando-lhe os privilégios do antigo, em Santarém, a 25 de março de 1299. (Lº 4.º de doações do rei D. Diniz, fol. 13, col. 1.º, no fim).». Correia AZEVEDO (1967: 62) refere que D. Dinis concedeu foral a 25 de Março de 1299. E. B. Ataíde de MALAFAIA (1997: 401) refere sobre o Pelourinho da Torre de D. Chama em “notas históricas” «(…) e um segundo foral, aumentado os privilégios do antigo, em Santarém, a 25 de Março de 1299. (…)».
1934-00-00
Idade Média (476 a 1453)\Baixa Idade Média\Século XIII
25 de março de 1299
Transcrição da Confirmação da Carta de Foro à Torre de Dona Chama.
O Abade Baçal (ALVES, 2000, III: 290) no “documento n.º 136” descreve da “Chancelaria de D. Dinis, livro IV, fl. 13, 1ª coluna” que D. Dinis «(…) dou e outorgo, afforo pera todo sempre a vos juizes e concelho da Torre de Dona Chamoa assi aos presentes come aos que am de viinr a esse dito logar da Torre de Dona Chamoa per tal preito que o pobredes e que o dedes ende a miim e a todos meus sucessores todos aquelles que morardes en o dicto logar e en seu termho en cada huum ano cada huum de vos vynte soldos portugueses por dia de Sam Martynho de Novembro e devedes my a dar voz e coomha e as outras cousas que som de meyrinhado polo foro da vila de Miranda salvo todos aquelles que morarem no dito logar e teverem cavalos e armas que devem seer escusados do dicto foro que o nom paguem; e esto se deve fazer sem malicia; e devedes a aver o dito logar como se demarca per estes logares convem a saber: como partides com Nozelos e como senpre partiu Leedra com Bragança e como demarcades com Vynhaaes e outrossi como partides com Mirandela; e vos pobradores de suso dictos nom devedes pagar foro des dia de Sam Marti nho primeiro que ora passou da era M.ª CCC.ª XXXI anos ata tres anos com pridos e deshi adeante pagarde-lo assi como de suso dito he; en testemunho desta cousa dey a esses juizes e concelho esta carta seelada do meu seelo do chumbo. Dada em Santarem vynte cinquo dias de Março El Rey o mandou; Joham Dominguiz a fez era M.ª CCC.ª XXXVII anos».
1993-00-00 - 2010-00-00
Idade Média (476 a 1453)\Baixa Idade Média\século XIV
Senhorios da Torre de Dona Chama no século XIV
O SIPA, promovido pela ex-DGEMN, menciona na ficha IPA.00000826 (PT010407300006) no campo “cronologia” que «durante o reinado de D. Fernando, o senhorio da vila passou para um fidalgo castelhano, mas com a regência do Mestre de Avis, Torre de D. Chama passou para o português Gonçalo Vasques Guedes, Senhor de Murça;». Informação recolhida a 30/09/2025 em http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=826
1993-00-00 - 2010-00-00
Moderna\Século XVI
Quando da Construção do Pelourinho Atual
O SIPA, promovido pela ex-DGEMN, menciona na ficha IPA.00000826 (PT010407300006) no campo “época construção” que ocorreu no século XVI. Informação recolhida a 30/09/2025 em http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=826
1967-00-00 - 1997-00-00
Moderna\Século XVI
4 de março de 1512
Foral Novo atribuído por D. Manuel à Torre de Dona Chama
Correia AZEVEDO (1967: 62) refere D. Manuel concedeu foral a 14 de maio de 1512. E. B. Ataíde de MALAFAIA (1997: 401) refere sobre o Pelourinho da Torre de D. Chama em “notas históricas” que «(…) D. Manuel concedeu-lhe foral novo, em Lisboa, a 4 de Março de 1512. (…)».
1930-00-00 - 1997-00-00
Moderna\Século XVI
1532
Inscrição de "1582" presente no Pelourinho da Torre de Dona Chama
Luís CHAVES (1930, II: 66) refere que «Alguns dos pelourinhos estão datados; dessas datas, umas serão de construção, outras de restauração. (…), o de “Torre-de-D. Chama” a de 1582, (…)». E. B. Ataíde de MALAFAIA (1997: 401) refere que o «(…) O Pelourinho é contemporâneo do rei D. Dinis, em bora tenha inscrita da data de 1582. (…)».
1993-00-00 - 2010-00-00
Moderna\Século XVIII (até 1789)
1706
Torre de Dona Chama é do Senhorio de Luís Guedes de Miranda e Lima, senhor de Murça
O SIPA, promovido pela ex-DGEMN, menciona na ficha IPA.00000826 (PT010407300006) no campo “cronologia” que «a povoação tem 76 vizinhos e é do Senhorio de Luís Guedes de Miranda e Lima, senhor de Murça, Água Revés e Torre de D. Chama; tem 2 juízes ordinários, vereadores, juiz dos órfãos com seus oficiais e 2 tabeliães;». Informação recolhida a 05/11/2025 em http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=826
1758-00-00 - 1903-00-00
Moderna\Século XVIII (até 1789)
1758
Pelourinho da Torre de Dona Chama nas "Memórias Paroquiais"
As “MEMÓRIAS PAROQUIAIS” (Tomo 37, pp. 633 a 652) referem que «(...) Tem esta vila forca, por cima dela em alto, tem duas praças, ambas pequenas; em uma está o Pelourinho dela, dos mais bem feitos que há por estas terras; (...)». Pedro A. de AZEVEDO (1903, 8: 215) da leitura do “Arqueólogo Português” refere «Tem a dita villa Forca por cima em alto. Tem duas Praças, mas ambas pequenas, em huma está o Pelourinho della, dos mais bem feitos que há por estas terras. Tem ao pé huma vurssa de pedra do tamanho da mesma vrssa, e se diz que andando uma vrssa, (…)».
1967-00-00 - 2007-00-00
Contemporânea\Século XIX
24 de outubro de 1855
Extinção do Concelho da Torre de Dona Chama.
Correia AZEVEDO (1967: 62) refere que o concelho foi suprimido em 24 de Outubro de 1855. E. B. Ataíde de MALAFAIA (1997: 401) refere sobre o Pelourinho da Torre de D. Chama em “notas históricas” «(…) O concelho foi suprimido em 1855.». José Viriato CAPELA, Rogério BORRALHEIRO, Henrique MATOS, Carlos Prada de OLIVEIRA (2007: 59 e 60) mencionam que «Estes novíssimos concelhos – Izeda e Santalha – mas também esses outros concelhos com menor dimensão e expressão, vindos do passado – Cortiços, Outeiro (ainda que este tivesse no passado juiz de fora), Torre de Dona Chama, Chacim, Vilarinho da Castanheira e Lamas de Orelhão não resistirão às reformas administrativas e de reorganização do mapa territorial dos concelhos, levadas a cabo em 1853 e 1855.». Na tabela da página 60 intitulada “Evolução da Constituição Concelhia do Distrito de Bragança (1836-1898)” refere «Torre de Dona Chama - Concelho histórico» a data de 1855 para a extinção do concelho. Informação retirada a 05/11/2025 em https://repositorium.uminho.pt/entities/publication/e623b5fd-fd10-4641-8360-4791f191eed4
1934-00-00
Contemporânea\Século XX
Descrição do Pelourinho
O Abade Baçal (ALVES, 2000, IX: 534-535) refere sobre o Pelourinho que «(...) consta de pedestal assente sobre um bloco quadrangular, fuste hexaédrico e não liso, como alguns dizem, capitel encimado por um bloco quadrado, de onde se projectam os braços terminados nos topos em cabeça de porco. Idêntica inscultura suína se vê nos outros dois lados do bloco, que é coroado por outro, tendo inciso o escudo nacional sem a orla dos castelos. Sobre este assenta o pedestal de uma pirâmide cónica coroada por um disco elipsóide. (...)».
Fichas Relacionadas
- Francisco Manuel Alves, Abade de Baçal (1865-1947); PEREIRA, Gaspar Martins; CAMPOS, Nelson, et al - Bragança: Memórias Arqueológico-Históricas do Distrito de Bragança: Arqueologia, Etnografia e Arte. Bragança: Câmara Municipal de Bragança, Instituto Português de Museus - Museu Abade Baçal; Rainho & Neves, Lda, 2000 (Junho). ISBN 972-98569-0-7
1935-00-00
Contemporânea\Século XX
Classificação do Pelourinho da Torre de Dona Chama por Imóvel de Interesse Público
A ACADEMIA NACIONAL DE BELAS ARTES (1935: 9) menciona no seu levantamento o pelourinho da Torre de D. Chama, concelho de Mirandela, classificado por Imóvel de Interesse Público nos termos do decreto-lei n.º 23122.
1938-00-00
Contemporânea\Século XX
1938
Descrição Física do Pelourinho da Torre de D. Chama
Luís CHAVES (1938: 7-8) refere que o pelourinho da «(…) Tôrre-de-Dona-Chama têm a forma de colo alongado, que termina por cabeça de suíno (talvez com intenção de cabeça de urso, por influência de lenda local); (…) Os cachorros de Bragança e Tôrre-de-Dona-Chama terminam, já se disse em forma de cabeça de animal, (…) Tem representação heráldica: armas reais (Chacim, Frechas, Tôrre-de-Dona-Chama (…) o de Tôrre-de-Dona-Chama, sem chancela decorativa, tem a data de 1587 gravada entre o fuste e o capitel.».
1993-00-00 - 2010-00-00
Contemporânea\Século XX
1962 (entre 22 de março, 2 de abril e maio)
Tentativa de Mudança do Pelourinho para outro Local
O SIPA, promovido pela ex-DGEMN, menciona na ficha IPA.00000826 (PT010407300006) no campo “cronologia” que a 22 de março por «carta da Junta de Freguesia ao Director dos Monumentos Nacionais solicitando as demarches necessárias para transferir o Pelourinho do Largo da Igreja a fim de urbanizar o mesmo;»; a 2 abril «os serviços respondem que não deverá ser autorizada a mudança por o Pelourinho estar classificado e porque, pela fotografia enviada, não era impeditivo do arranjo do largo;»; em maio ocorre «visita de técnicos ao local; reconhece-se que o imóvel não carecia de cuidados especiais de carácter urgente, ainda que conservasse há alguns anos um desaprumo, no sentido N. - S.; considerava-se aconselhável o refechamento das juntas dos dois degraus do lado S.;». Informação recolhida a 05/11/2025 em http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=826
1993-00-00 - 2010-00-00
Contemporânea\Século XX
Março de 1977
Nova Tentativa de Mudança do Pelourinho para outro Local
O SIPA, promovido pela ex-DGEMN, menciona na ficha IPA.00000826 (PT010407300006) no campo “cronologia” que a «Junta de Freguesia volta a solicitar a deslocação do Pelourinho para local mais apropriado; a Direcção Regional dos Monumentos do Norte responde que, embora seja normal a discordância de mudança de imóveis classificados, o assunto era da competência da 4ª Sub Secção da 2ª Secção da Junta Nacional de Educação, pelo que sugere à Junta de Freguesia tratar o assunto directamente com aquele organismo;». Informação recolhida a 05/11/2025 em http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=826
1993-00-00 - 2010-00-00
Contemporânea\Século XX
Abril de 1982
Continua a tentativa de Mudança do Pelourinho para outro Local
O SIPA, promovido pela ex-DGEMN, menciona na ficha IPA.00000826 (PT010407300006) no campo “cronologia” que «a Junta de Freguesia ainda pretendia deslocar o Pelourinho; visita ao local permitiu verificar que o largo onde se erguia o pelourinho e a porca encontrava-se bastante degradado, bem como os arruamentos envolventes, mas os técnicos consideravam que o Pelourinho deveria permanecer no local, sem impedimento da criação de lajedo envolvente; perante a sua implantação a marginar o largo e junto a uma via, pensa-se que se poderia deslocar o pelourinho alguns metros para o interior do largo, ou seja, para o lado direito da berroa sem alterar as suas posições relativas;». Informação recolhida a 05/11/2025 em http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=826
1993-00-00
Contemporânea\Século XX
1993
Descrição do Pelourinho da Torre de Dona Chama
Flávio LOPES (1993, 3: 25) refere que o Pelourinho da Torre de D. Chama «Tem fuste prismático encimado por capitel com quatro cabeças de berrão salientes. É rematado por corpo paralelipipédico com fogaréu.».
Fichas Relacionadas
- LOPES, A. Flávio; SANTOS, Maria José Machado - Património Arquitectónico e Arqueológico Classificado: Distrito de Bragança. 1.ª Edição. Lisboa: Instituto Português do Património Arquitectónico, 1993. pp. 24-26.
1993-00-00 - 2010-00-00
Contemporânea\Século XX
Descrição do Pelourinho da Torre de Dona Chama pelo SIPA
O SIPA, promovido pela ex-DGEMN, menciona na ficha IPA.00000826 (PT010407300006) no campo “descrição” que o Pelourinho possui «Estrutura em cantaria de granito assente em plataforma de planta quadrangular, composta por três degraus escalonados, com base paralelepipédica quadrangular baixa, encimada por cornija curva, percorrida por filete. Pilar com arestas em chanfro, de lados irregulares, ligeiramente galbada, possuindo no lado frontal orifício de suporte das antigas argolas de sujeição; sobre esta, assenta uma cornija que sustenta o remate, composto por elemento com quatro braços iguais, dispostos em cruz, com representações zoomórficas, tipo cabeças de serpente, de boca entreaberta mostrando os dentes, cada uma delas sobre o ângulo da cornija, e por bloco paralelepipédico, sobreposto na face principal por brasão nacional. Coroa o conjunto cornija encimada por pináculo galbado.». Informação recolhida a 30/09/2025 em http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=826
1997-00-00
Contemporânea\Século XX
1997
Descrição do Pelourinho da Torre de Dona Chama
E. B. Ataíde de MALAFAIA (1997: 401) refere sobre o Pelourinho da Torre de D. Chama «MATERIAL: Granito. PATAFORMA: Dois degraus quadrangulares, apresentando-se o primeiro completamente absorvido pelo jardim envolvente. BASE: Degrau quadrangular, mas de menor dimensão. COLUNA/ BASE: Conjunto de uma peça prismática quadrangular sobrepujada por outra, chanfrada até à concordância da base da coluna. COLUNA/ FUSTE: De superfície lisa, secção oitavada, de lado irregulares, ligeiramente galbada. COLUNA/ CAPITEL: Quatro braços de igual tamanho dispostos em cruz, tendo nos topos figuras de expressão zoomórfica. REMATE: Volumoso prisma quadrangular, tendo num dos lados o escudo nacional. Sobrepuja o monumento uma peça de raiz piramidal quadrangular com dois fortes adelgaçamentos intermédios.».
2006-00-00
Contemporânea\Século XXI
2006
Inventário do Pelourinho
José António SILVA (2006), no quadro do projeto financiado pelo POC, da responsabilidade do Município de Mirandela, inventaria o «Pelourinho erguido sobre plataforma de três degraus quadrangulares. A coluna apresenta base quadrada, encimada por uma peça chanfrada até à concordância do fuste. Este elemento é de secção oitavada. O capitel tem quatro braços iguais, dispostos em cruz, finalizados por figuras zoomórficas. O pelourinho é rematado por um prisma quadrangular, com o escudo nacional numa das faces, sobre o qual assenta um elemento de raiz piramidal com adelgaçamentos intermédios.».